Cada um tem seu estilo, tem sua forma de viver, tem suas características que dizem o quanto você é realmente o que é, mas ultimamente convivo em um conflito de pessoas que eu amo e são totalmente opostas à mim. Seja na forma de pensar, mas na forma de se vestir, no gosto musical, no gênero sexual, e na forma de agir. Estar do lado de pessoas diferentes e maravilhosas, é algo inspirador, porém às vezes difícil.
Assim como nada do que são poderá influenciar você, você não poderá influenciar o melhor ou o pior para ninguém, e isso é constrangedor, porque ver uma pessoa ser o que não tem nada a ver, é triste. Portanto, a forma de como você ter que aceitar por exemplo, sua amiga ouvindo funk e falando coisas nada a ver enquanto você curte um rock pesado e lê ideologias culturais, é algo que você tenha que aceitar, custe suas diferenças ou não.
Mas e quando o que você sente é algo diferente de amizade? São mil perguntas que vivem rondando da minha cabeça, inclusive a forma de como expressar e o que expressar. Se eu dissera uma vez que já era difícil aturar muitas diferenças, a pior diferença que se tem que aturar pra mim é o gosto musical.
A musica é minha vida, ponto. Me considero eclética, mas nem tanto. Há limites entre o que é musica e o que é algo provocativo com pornográfia e crime. Primeiro porque quem ouve, certamente não deve prestar ou então o nível de cultura é baixo (ou então por muitos outros motivos, cabe a dizer de quem ouve funk, não tenho preconceito mesmo, é algo pessoal quando se envolve muitos sentimentos), e antes de me envolver com qualquer pessoa, me baseio em qualidades musicais (não sou chata, mas ouvir um certo tipo de gênero pode falar muito bem quem é você)
Portanto, é afirmativo dizer que o amor chega quando: você é totalmente oposta à outra pessoa.


















